Brasil
Prefeitura do Rio marca novo leilão para conceder três parques da Zona Sul à iniciativa privada
Com a promessa de melhorias na infraestrutura, a gestão municipal tenta novamente passar a administração de áreas verdes icônicas para as mãos de empresas.
O charme das áreas verdes da Zona Sul carioca está novamente no centro das atenções do mercado. A Prefeitura do Rio de Janeiro decidiu dar uma nova chance ao projeto de transferir a administração de três dos seus mais conhecidos refúgios para a iniciativa privada. O aguardado leilão, que definirá o futuro do Parque Garota de Ipanema, do Parque Natural Municipal do Penhasco Dois Irmãos e do Parque da Cidade, já tem data marcada. A disputa acontecerá no dia 23 de março, direto da B3, em São Paulo, e garantirá à empresa vencedora o direito de gerir esses cartões-postais pelos próximos trinta anos.
A aposta para atrair investidores após o fracasso de 2025
Essa não é a primeira vez que o município tenta concretizar a transição. A proposta integra o programa Parques Cariocas e chegou a ser lançada oficialmente no ano passado. No entanto, a tentativa de 2025 esbarrou na falta de interesse do setor privado, terminando sem nenhuma proposta na mesa. Para evitar que a história se repita e o leilão termine vazio mais uma vez, a prefeitura precisou recalcular a rota. A expectativa da gestão municipal é que as recentes alterações feitas nas condições do edital tornem o modelo de negócio muito mais atrativo e seguro para as empresas interessadas em assumir a operação.
O debate sobre o futuro do lazer e da preservação
A insistência no projeto levanta uma discussão profunda sobre o modelo de zeladoria dos equipamentos públicos da cidade. O argumento principal do município é que a concessão abrirá as portas para uma injeção robusta de investimentos privados, garantindo a manutenção constante e a modernização da infraestrutura que esses locais tanto precisam. Ao mesmo tempo, o movimento aquece o debate social sobre a entrega da gestão de áreas verdes altamente valorizadas para a exploração comercial. Agora, os olhos se voltam para a bolsa de valores na expectativa de descobrir quem assumirá o compromisso de cuidar desses três importantes respiros ecológicos da capital fluminense. Por podcast edinhotaon/ Edno Mariano
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