Brasil
Fim de uma era: a mansão mais cara do Brasil dará lugar a um refúgio exclusivo no Leblon
A icônica propriedade da família Amaral, avaliada em R$ 220 milhões, será demolida para abrigar dez casas feitas sob medida no Jardim Pernambuco.
Sabe aquela sensação de passar por um muro interminável no Leblon e imaginar que tipo de vida existe ali dentro? Por décadas, a imponente mansão da família Amaral, antiga dona da rede de supermercados Disco, ocupou não apenas uma fatia gigantesca do terreno no cobiçado Jardim Pernambuco, mas também o imaginário dos cariocas. Anunciada por cerca de R$ 220 milhões e considerada a residência mais cara do Brasil, essa propriedade histórica está com os dias contados. Ela será demolida nas próximas semanas para abrir espaço a um novo capítulo do mercado imobiliário: o condomínio Estância Pernambuco.
Onde o luxo encontra a exclusividade sob medida
O projeto, encabeçado pela construtora Mozak, passa bem longe do conceito tradicional de condomínios com casas idênticas. A proposta é transformar a vasta área em uma vila com apenas dez lotes, que partem de 900 metros quadrados e custam cerca de R$ 23 milhões cada. Mas esse valor compra apenas a terra. A grande sacada do empreendimento é que quem adquire um desses espaços ganha uma tela em branco e a parceria de peso do arquiteto Thiago Bernardes, nome por trás do Museu de Arte do Rio e do Instituto Moreira Salles.
Os futuros moradores vão sentar com a equipe de arquitetura para desenhar a casa dos sonhos do zero, definindo cada traço do layout e os acabamentos mais exclusivos. O preço final de cada residência vai depender das extravagâncias escolhidas, mas a estimativa é que o Valor Geral de Vendas do local bata a impressionante marca de R$ 360 milhões.
Um resort particular debruçado sobre a Mata Atlântica
Viver no novo condomínio será como habitar um oásis particular incrustado no coração da cidade maravilhosa. A rotina lá dentro promete ser um espetáculo à parte, a começar pelas janelas das casas, que terão vistas privilegiadas para o mar, para a Lagoa Rodrigo de Freitas e para o Cristo Redentor.
O clima de refúgio será garantido por uma infraestrutura que prioriza o silêncio e a natureza. Os moradores vão circular pelas ruas internas usando carrinhos de golfe, passeando por um cenário que inclui um lago natural, quadras esportivas totalmente privativas e um mirante exclusivo. Para quem gosta de colocar os pés na terra, haverá ainda um bosque preservado de Mata Atlântica cortado por trilhas ecológicas, trazendo o respiro da floresta para dentro do quintal.
A corrida pelos últimos espaços
A despedida desse pedaço histórico do Leblon está muito perto de acontecer na prática. As obras de demolição e o início da nova fase do terreno estão previstos para começar entre o final de março e o início de abril. Com uma procura acirrada por um endereço tão raro, o tempo está correndo para quem tem bala na agulha: até agora, restam apenas três lotes disponíveis para compra. É o Leblon se reinventando, substituindo a grandiosidade de um palácio isolado por uma nova vizinhança de altíssimo padrão. Por podcast edinhotaon/ Edno Mariano
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