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FUNDO AMAZÔNIA

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O Fundo Amazônia registrou um período de forte expansão entre 2023 e maio de 2026, com a entrada de R$ 2,6 bilhões em novas doações internacionais e a aprovação de quase R$ 4,3 bilhões para projetos voltados à preservação ambiental, recuperação de áreas degradadas e promoção do desenvolvimento sustentável na Amazônia Legal.

Os dados foram divulgados pelo Ministério do Meio Ambiente e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), responsável pela gestão dos recursos. Segundo o balanço, o volume de investimentos aprovados nos últimos anos representa um dos maiores ciclos de expansão desde a criação do fundo, em 2008.

De acordo com o levantamento, a média anual de aprovações entre 2023 e 2025 chegou a aproximadamente R$ 1,3 bilhão, valor significativamente superior ao registrado em períodos anteriores. Dos R$ 2,6 bilhões recebidos em novas contribuições internacionais, cerca de R$ 2 bilhões já tiveram contratos formalizados, enquanto o restante segue em fase de contratação.

A Noruega continua sendo a principal financiadora do mecanismo, com R$ 618 milhões contratados desde a retomada das operações. Na sequência aparecem o Reino Unido, com R$ 555 milhões, além de contribuições da Alemanha, Estados Unidos, Dinamarca, Suíça, Irlanda, Japão e da União Europeia.

Segundo o governo federal, os recursos aprovados entre 2023 e 2026 representam cerca de 60% de todas as aprovações realizadas pelo Fundo Amazônia desde sua criação. Atualmente, projetos financiados pelo mecanismo alcançam aproximadamente 75% dos municípios da Amazônia Legal.

Entre as iniciativas de maior alcance está o programa Restaura Amazônia, que recebeu R$ 450 milhões para ações de recuperação ambiental em áreas degradadas do sul e sudeste da floresta, regiões historicamente impactadas pelo avanço do desmatamento.

O objetivo dos investimentos é fortalecer a conservação da floresta, ampliar ações de combate ao desmatamento e incentivar atividades econômicas sustentáveis nas comunidades da Amazônia, conciliando proteção ambiental e desenvolvimento regional. Por podcast edinhotaon/ Edno Mariano

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