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ECONOMIA CRIATIVA|O Palácio Gustavo Capanema, no Centro do Rio, será palco, nos dias 17 e 18 de junho, de mais uma etapa do Fórum Brasil Criativo e do Seminário da Rede de Cultura e Economia

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O encontro reúne gestores públicos, pesquisadores, empreendedores, artistas e representantes de instituições culturais para discutir políticas públicas, financiamento, desenvolvimento sustentável e fortalecimento da economia criativa em todo o país.

Promovido pelo Ministério da Cultura (MinC), em parceria com o Sebrae, o Instituto BR, o Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ), o Governo do Estado e a Prefeitura do Rio, o evento busca ampliar o debate sobre o papel estratégico da cultura como vetor de desenvolvimento econômico, geração de renda, inovação e inclusão social.

A programação será aberta com a palestra “Fomento e Financiamento para a Economia Criativa”, ministrada por Luciana Lima Guilherme, doutora em Políticas Públicas, Estratégias e Desenvolvimento. Em seguida, haverá uma conversa com a secretária de Economia Criativa do Ministério da Cultura, Cláudia Leitão, uma das principais referências nacionais na formulação de políticas para o setor.

Ao longo dos dois dias, especialistas e autoridades participarão de mesas temáticas dedicadas a temas centrais para o fortalecimento da economia criativa brasileira. Entre os assuntos em debate estão o panorama das políticas públicas de incentivo à cultura, com destaque para a Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) e o Sistema Nacional de Cultura; a articulação de redes e ecossistemas culturais e criativos; o empreendedorismo cultural; os impactos da reforma tributária para o setor; além das leis de incentivo e dos diferentes modelos de financiamento disponíveis para projetos e negócios criativos.

Um dos momentos mais aguardados da programação acontece no dia 17, com o lançamento da versão impressa em português do Marco de Estatísticas Culturais da Unesco. O documento, elaborado em parceria entre o Ministério da Cultura, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), a Firjan e o Itaú Cultural, é considerado uma importante ferramenta para a produção de indicadores e para a formulação de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento cultural.

Já no dia 18, será realizada a Oficina Brasil Criativo, iniciativa voltada à construção participativa do futuro Plano Nacional de Economia Criativa. A proposta é identificar desafios enfrentados nos territórios, mapear oportunidades e elaborar estratégias para fortalecer o setor a partir dos eixos da Política Brasil Criativo.

O encerramento contará ainda com a elaboração da Carta da Região Sudeste em apoio à Economia Criativa, documento que reunirá propostas e diretrizes construídas coletivamente durante o encontro. Também serão compartilhadas experiências bem-sucedidas desenvolvidas no estado e na capital fluminense, como o Programa Reviver Cultural, da Prefeitura do Rio, e o Emprega Cultura RJ, iniciativa do Governo do Estado voltada à geração de oportunidades no setor cultural.

A realização do fórum reforça o protagonismo do Rio de Janeiro nos debates sobre economia criativa, área que reúne atividades ligadas à cultura, às artes, ao audiovisual, à música, ao design, à tecnologia e à inovação, e que vem se consolidando como um dos segmentos mais dinâmicos da economia brasileira. Por podcast edinhotaon/ Edno Mariano

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