Mundo
Trump chega à China para encontro com Xi Jinping em meio a tensão global
Visita oficial reúne discussões sobre comércio, tecnologia e relações entre as duas maiores economias do mundo
Relações internacionais
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, desembarcou em Pequim nesta quarta-feira (13) para uma visita oficial ao líder chinês Xi Jinping. O encontro acontece em um momento de forte atenção internacional e deve reunir temas ligados à economia, tecnologia e política externa.
Trump chegou à capital chinesa acompanhado de integrantes do governo norte-americano e empresários ligados ao setor de tecnologia e investimentos. Entre os nomes presentes na comitiva está o empresário Elon Musk.
Agenda econômica
Segundo o governo dos Estados Unidos, a viagem tem como foco principal ampliar negociações comerciais e discutir maior abertura do mercado chinês para empresas americanas.
A recepção oficial contou com cerimônia organizada pelo governo chinês, liderada pelo vice-presidente Han Zheng. A programação prevê reuniões entre Trump e Xi Jinping ainda nesta quarta-feira, além de compromissos diplomáticos e visitas culturais em Pequim.
Tecnologia e disputa comercial
Entre os assuntos previstos nas conversas estão os investimentos bilaterais, a disputa tecnológica entre os dois países e o avanço da inteligência artificial.
O crescimento de empresas chinesas no setor de IA tem sido acompanhado com atenção pelo governo norte-americano, principalmente após o aumento da concorrência global na área de tecnologia.
Outro tema considerado sensível é Taiwan, ponto histórico de tensão diplomática entre China e Estados Unidos.
Cenário internacional
O encontro também acontece poucos meses após o agravamento das tensões envolvendo o Irã, aliado estratégico do governo chinês.
Apesar do cenário internacional, Donald Trump afirmou antes da viagem que a crise no Oriente Médio não deve ser o foco principal das reuniões em Pequim.
A expectativa é que os dois líderes também discutam os próximos passos da trégua comercial firmada entre os países em 2025. Por podcast edinhotaon/ Edno Mariano