Brasil
Wellington Ferreira: Três Décadas Dedicadas à Guitarra, ao Jazz e à Formação Musical em Itaguaí
Com mais de 30 anos de trajetória no cenário musical, Wellington Ferreira construiu uma carreira marcada pela dedicação à guitarra, à música instrumental, ao Rock e ao Jazz. Reconhecido por seu trabalho artístico e também pela contribuição à formação de novos músicos em Itaguaí, Wellington se tornou uma referência local quando o assunto é técnica, musicalidade e ensino.
Há cerca de duas décadas, atua no ensino musical através de aulas particulares e participação em escolas de música da região. Atualmente, integra o corpo docente da Musicarte, onde segue compartilhando conhecimento e incentivando novos talentos.
Sua formação foi construída ao lado de importantes nomes da guitarra brasileira, entre eles Alex Martinho, André Cavalcante, Djalma Lima, Alexandre Carvalho e Diogo Genovez. Ao longo da carreira, também conquistou destaque nacional ao alcançar o 3º lugar em um importante concurso de guitarra que reuniu cerca de 1.200 guitarristas de todo o país.
Além da atuação solo, Wellington integra a banda Filhos Benditos, que teve seu segundo álbum gravado em Nova York, e participa atualmente do projeto Confraria do Jazz, dedicado à valorização do jazz e da música instrumental.
Até o fim deste ano, o músico prepara o lançamento de seu primeiro EP instrumental de jazz, intitulado My City, um trabalho que promete traduzir em música sua relação com a cidade onde construiu sua história.
Entrevista – Wellington Ferreira ao Podcast Edinho Taon
Durante participação no podcast Podcast Edinho Taon, Wellington falou sobre sua trajetória, influências e os desafios da música instrumental no Brasil.
Como começou sua relação com a guitarra?
“Foi uma paixão que surgiu ainda muito cedo. A guitarra sempre me chamou atenção pela possibilidade de expressão. Comecei ouvindo Rock, mas logo fui descobrindo outros estilos e me aprofundando na música instrumental e no Jazz.”
Quais foram suas maiores influências musicais?
“Tenho muitas referências, tanto nacionais quanto internacionais. Estudar com grandes guitarristas brasileiros me ajudou muito a amadurecer musicalmente e encontrar minha própria identidade.”
Como surgiu o trabalho com ensino musical em Itaguaí?
“Percebi que ensinar também era uma missão. Há muitos talentos na cidade e sempre procurei incentivar os alunos a estudarem música de forma séria e apaixonada.”
O que representa o projeto Confraria do Jazz?
“É um projeto muito importante porque fortalece a cena instrumental e aproxima o público do Jazz. A ideia é mostrar que essa música pode alcançar pessoas de todas as idades.”
O que o público pode esperar do EP My City?
“É um trabalho muito pessoal. Cada composição carrega sentimentos e experiências vividas em Itaguaí. É uma homenagem à cidade e à minha trajetória.”
Conclusão
A história de Wellington Ferreira mostra como a música pode transformar vidas e criar conexões duradouras entre artista, cidade e público. Seja nos palcos, nas salas de aula ou em projetos instrumentais, o guitarrista mantém viva a proposta de unir técnica, emoção e identidade cultural através da arte.
Com o lançamento de My City se aproximando, Wellington reafirma seu compromisso com a música instrumental brasileira e consolida ainda mais seu nome como um dos importantes representantes da cena musical de Itaguaí. Por podcast edinhotaon/ Edno Mariano