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Uma pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta semana mostra que a maior parte dos brasileiros defende que o governo federal mantenha controle direto sobre a exploração das chamadas terras-raras e minerais críticos no país. O levantamento ocorre em meio ao crescimento das discussões sobre soberania mineral, transição energética e negociações internacionais envolvendo recursos estratégicos para a economia global.

Segundo a pesquisa, 45% dos entrevistados afirmaram que a exploração desses minerais deve ficar exclusivamente sob responsabilidade do governo federal. Outros 31% defenderam um modelo de gestão compartilhada entre Estado e iniciativa privada. Já apenas 13% disseram apoiar o controle totalmente privado da atividade. Outros 11% não souberam ou preferiram não responder.

O tema ganhou força nas últimas semanas após encontros entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, além do avanço das discussões no Congresso Nacional e de negociações envolvendo governos estaduais. Esses recursos são fundamentais para setores ligados à tecnologia, defesa e transição energética.

Na terça-feira (19), em Campinas (SP), o presidente Lula voltou a defender que o Brasil mantenha o controle sobre esses recursos naturais. O petista afirmou que o país está aberto a parcerias internacionais, mas ressaltou que não pretende abrir mão da soberania nacional: “Os minerais críticos são nossos, as terras raras são nossas. Vamos explorar aqui dentro”.

O levantamento da Quaest também mostrou forte apoio da população à ideia de que o processamento dos minerais aconteça em território nacional antes da exportação. Segundo os dados, 70% dos e SOBERANIA MINERAL | Uma pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta semana mostra que a maior parte dos brasileiros defende que o governo federal mantenha controle direto sobre a exploração das chamadas terras-raras e minerais críticos no país. O levantamento ocorre em meio ao crescimento das discussões sobre soberania mineral, transição energética e negociações internacionais envolvendo recursos estratégicos para a economia global.

Segundo a pesquisa, 45% dos entrevistados afirmaram que a exploração desses minerais deve ficar exclusivamente sob responsabilidade do governo federal. Outros 31% defenderam um modelo de gestão compartilhada entre Estado e iniciativa privada. Já apenas 13% disseram apoiar o controle totalmente privado da atividade. Outros 11% não souberam ou preferiram não responder.

O tema ganhou força nas últimas semanas após encontros entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, além do avanço das discussões no Congresso Nacional e de negociações envolvendo governos estaduais. Esses recursos são fundamentais para setores ligados à tecnologia, defesa e transição energética.

Na terça-feira (19), em Campinas (SP), o presidente Lula voltou a defender que o Brasil mantenha o controle sobre esses recursos naturais. O petista afirmou que o país está aberto a parcerias internacionais, mas ressaltou que não pretende abrir mão da soberania nacional: “Os minerais críticos são nossos, as terras raras são nossas. Vamos explorar aqui dentro”.

O levantamento da Quaest também mostrou forte apoio da população à ideia de que o processamento dos minerais aconteça em território nacional antes da exportação. Segundo os dados, 70% dos entrevistados afirmaram que o Brasil deve industrializar os recursos internamente, agregando valor à produção, enquanto apenas 15% preferem a exportação em estado bruto. Por podcast edinhotaon/ Edno Mariano

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