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“Oi, tá aí?”: Curta-metragem da explora a saudade e a desconexão em amizades

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Curta independente explora os silêncios e distâncias que marcam o fim ou a transformação — das amizades na era digital

Créditos: Reprodução / Série “Oi, tá aí?”
A atriz e agora também roteirista e diretora Mariana Scofano, lança “Oi, tá aí?”, um
curta-metragem que mergulha nas complexidades da saudade e da perda de conexão
em relações de amizade. O projeto, concebido e executado de forma independente por
Scofano, já está disponível em seu Instagram e será inscrito no Festival do Minuto.


A gênese de uma narrativa emocional
O curta-metragem nasceu de uma palavra-chave – “saudade” – definida durante um
projeto acadêmico, na disciplina de ciclos de produção audiovisual. “A partir daí veio
na minha mente a imagem de um corte com uma menina desaparecendo. Fui
desenvolvendo a ideia e atingi esse resultado!”, explica Mariana Scofano. O título, “Oi,
tá aí?”, evoca a busca por uma presença que se esvai, um eco da temática central da
obra.


Produção independente e desafios superados
Mariana Scofano assumiu as funções de roteirista e diretora, realizando a maior parte
da produção de forma autônoma. “Fiz sozinha. Tive o envolvimento das atrizes, claro,
mas todo o resto da produção eu fiz sozinha”, afirma. As gravações foram concluídas
em tempo recorde, em apenas um dia, utilizando diferentes cômodos da casa da
diretora como cenário, o que confere à produção uma atmosfera íntima e pessoal. O
maior desafio, segundo Scofano, foi “pensar e executar tudo sozinha”, uma experiência
que ela descreve como “a expansão dos meus interesses, habilidades e envolvimento
com a arte que eu amo”. Um bastidor interessante das filmagens revela a
espontaneidade buscada pela diretora: “As minhas atrizes já se conheciam, então para
poder gravar as cenas, eu só falava: comecem a fofocar! AÇÃO! E funcionava!”.


Reconhecimento acadêmico e artístico
“Oi, tá aí?” não é apenas um trabalho acadêmico, mas uma expressão artística que
reflete a visão de Mariana Scofano sobre as relações humanas e a passagem do
tempo. A inscrição no Festival do Minuto, um festival exclusivo para curtas de um
minuto, também faz parte da avaliação da atividade pela faculdade, unindo o rigor
acadêmico à visibilidade artística.

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