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  • Duda Tawil, de Salvador da Bahia

Manu Le Prince lança “Terra Canta” em Paris

Com grande sucesso e repercussão na imprensa e crítica especializada na França, a exemplo da Jazz Radio e da revista Télérama, a cantora Manu Le Prince fez o show de lançamento do seu novo álbum “Terra Canta”, com Cambuci na primeira parte, no último dia 8, no prestigioso Café de la Danse, no 11° distrito de Paris.

Além da sua banda de estúdio, ela contou com Júlio Gonçalves na percussão, e teve como músicos convidados Hugo Barré, no contabaixo e vocais; Acelino de Paula, no baixo; Isabel Gonzales na percussão e vocais; e Franck Monbaylet no piano e também vocais.

A intérprete e músicos ovacionados no final do espetáculo de lançamento (foto: divulgação)

O Existencialismo em debate amanhã

Escrito em 1944 pelo filósofo francês Jean-Paul Sartre, o texto “Entre Quatro Paredes” terá leitura amanhã, dia 23, às 16h, na Casa de Cultura Eduardo Cabús, no Campo Grande.

Dirigido por Marcelo Sousa Brito e estrelado por Márcia Andrade, Bertrand Duarte, Igor Epifânio e Luana Winnie, o evento faz parte da programação em comemoração aos 30 anos do grupo de pesquisa Espaço Livre de Pesquisa-Ação (IGEO/POSGEO-UFBA).

Na leitura encenada, o foco está nas questões de gênero para refletir o Existencialismo na sociedade contemporânea. Entrada franca.

Coral Odonto Bahia no Tirachapéu

Em noite tão antológica quanto a apresentação, muito inspirada, e literalmente “de tirar o chapéu”, o Coral Odonto Bahia, do alto dos seus quase 27 anos de estrada, (en)cantou no Palacete Tirachapéu, na prestigiosa Rua Chile, em Salvador da Bahia, no último sábado.

A apresentação, que fez parte cultural do Congresso de Odontologia que acontecia na capital baiana, antecedeu o Dia do Dentista, que no Brasil é celebrado em 25 de outubro, ou seja, no vindouro domingo.

Lá atrás, o seu start aconteceu quando, num curso extracurricular para dentistas e para atendimento a pacientes com necessidades especiais, sob a coordenação da professora Elisabeth Carvalho, e aguardando a chegada do palestrante, a professora Elisa Modesto teve a ideia de escrever no quadro uma canção aprendida no curso secundário. Era o domínio público francês, conhecido mundialmente, “Frère Jacques”. Ela conta: “Os colegas cantaram comigo, primeiramente a uma só voz e depois dividindo a turma em duas partes, fizemos o cânone (segunda voz começa a partir da segunda estrofe). Formamos um coral, fizemos a lista com telefones e fui buscar o apoio do Cro-BA, cujo presidente era Dr.Edmilson Moura, cedendo o espaço do auditório, na sede antiga, no Canela. O Seminário de Música da UFBA foi contatado e indicou o maestro José Maurício Brandão, para a regência.”

Já sob a coordenação de Dr. Joélio e Dra.Terezinha Ribeiro,, alguns anos depois, a pedido do então presidente da ABO, Dr. Avilmar Galvão , o coral retomou suas atividades e então sob a regência do maestro Alcides Lisboa. “Contamos com preparadores vocais, como Graça Reis, Ana Paula Barreiro , Aishá Roriz e Iuri Nery, o regente auxiliar, que com muito brilho se apresentou em óperas, nacional e internacionalmente. Atualmente, temos a preparação vocal feita por Michel Amorim para a continuidade e o aperfeiçoamento do nosso trabalho”.

E assim hoje brilha o Coral Odonto Bahia, impulsionado pelo poder da música de aproximar pessoas, e fortalecer vínculos, a celebrar com muita alegria e gratidão 26 anos de música, amizade, encontros de corais por diferentes lugares do Brasil – Mucugê, Porto Seguro, Aracaju , Maceió , João Pessoa, Ouro Preto, São Lourenço, Rio de Janeiro ,Teresópolis e Balneário Camboriú – e em outros países como em 2008, em Mendoza, na Argentina, e 2012, em Barcelona, na Espanha: olé!

Todes agradecem o apoio institucional do Conselho Regional de Odontologia e da Associação Brasileira de Odontologia – Seção Bahia. Parabéns e avante!

“Utopias Urbanas” na Alliance Française de Brasília

Uma exposição excepcional, intitulada “Utopias Urbanas”, foi aberta no último dia 5 de outubro, e segue até 5 de dezembro vindouro, na Galeria da Aliança Francesa de Brasília. Ela propõe um olhar profundo e um diálogo entre três grandes utopias do século XX, três cidades, a saber: La Grande Motte (França), Chandigarh (Índia) e o nosso Distrito Federal.

Faz dialogar mundos distintos, duas identidades e duas sensibilidades, sob o prisma do fotógrafo Stéphane Herbert. Trata-se, na verdade, e essencialmente, de um encontro artístico inédito, entre uma estação balneária francesa, que se tornou um ícone da arquitetura contemporânea, e a capital de um dos maiores países do mundo, único patrimônio cultural e artístico contemporâneo que consta da prestigiosa lista da UNESCO, em Paris, desde 1987, projetada por Oscar Niemeyer e Lúcio Costa.

Cerca de 20 fotos de Stéphane propõem uma leitura sensível dessas cidades icônicas, que pertencem ao restrito círculo das cidades do século passado, que foram inicialmente pensadas no seu conjunto, antes de serem progressivamente construídas e habitadas.

Originárias do Movimento Modernista, La Grande Motte (1968), Brasília (1960) e Chandigarh (1953) encarnam três respostas arquitetônicas singulares com uma mesma ambição: pensar numa cidade como um projeto de sociedade. Elas nunca pararam de questionar, até hoje, o lugar do ser humano dentro do espaço urbano, sua relação com a paisagem, a luz e as utilizações do mesmo.

O percurso da mostra se estende por pirâmides solares assinadas por Jean Balladur (1924-2002), arquiteto de La Grande Motte nas décadas de 1960 e 1970, a nos revelar seus traços genias, passando pelas fabulosas curvas monumentais de Oscar Niemeyer (1907-2012) até o Capitólio do suíço-francês Charles-Édouard Jeanneret, dito Le Corbusier (1887-1965).

Maranhão (ar)retado de bom em Lisboa

As cores, personagens e tradições populares do Maranhão chegam a Lisboa pelas mãos do artista brasileiro José Jorge Leite Soares, o Zé Jorge , na exposição “Maranhão em Cores: Folia de Máscaras”.

A vernissagem acontece no próximo dia 3 de novembro, às 19h, na Galeria Verso, em Campo de Ourique, reunindo arte, memória e manifestações da cultura popular maranhense. Com curadoria e produção executiva de Carolina Antony e Helô Plantier e apoio institucional da Embaixada do Brasil em Portugal, a mostra reúne 16 aquarelas e 16 máscaras artísticas inspiradas principalmente no Fofão e no Cazumbá, personagens emblemáticos do imaginário e das manifestações populares do Maranhão. Zé Jorge transforma memórias, vivências e referências de sua terra em cor e movimento. As composições revelam um universo em que celebração, ancestralidade e imaginação se encontram, aproximando o público português de expressões culturais profundamente ligadas à identidade maranhense.

Na noite de abertura, os convidados serão recebidos por performers caracterizados como Fofão e Cazumbá. A programação contará ainda com coquetel, exibição de um vídeo sobre o Maranhão e a participação especial do ator Marcello Antony, que fará a leitura do texto curatorial. “Folia de Máscaras” inaugura esse percurso, com perspetiva de futuras apresentações em outras cidades europeias.

Balé Folclórico da Bahia no TCA

O maravilhoso Balé Folclórico da Bahia, com direção artística de Vavá Botelho e coreografias por Zebrinha, e seus mais de 30 anos de estrada e glórias, vai apresentar na sala principal do Teatro Castro Alves, no Campo Grande, em Salvador da Bahia, o seu novo espetáculo “O balé que você não vê”. Será sábado e domingo, dias 21 e 22 de novembro vindouro. Os ingressos estão à venda pela Sympla e vão de R$60 a R$140. Imperdível!

ALB: escritores baianos na ABL, no Rio

A Academia Brasileira de Letras vai receber, no final deste mês, durante dois dias, uma delegação de 12 escritores membros da Academia de Letras da Bahia, cujo atual presidente está Aleilton Fonseca. Eis a programação da viagem: dia 29/10: 14h30 visita guiada à ABL; 16h, café na ABL; 17h30 palestra: “Afrânio Peixoto: releitura de um ficcionista precursor”. Palestrante: Aleilton Fonseca (ALB). Coordenação: Arno Wehling (ABL). Pode-se assistir à palestra online no canal YouTube.com/abletrasabl. Dia 30/10: almoço de congraçamento no Fluminense.

Coletivo de Jequitinhonha em Saint-Ouen-sur-Seine

No Marché Dauphine, em Saint-Ouen-sur-Seine, cidade colada a Paris, cujo prefeito é Karim Bouamrane, e está em fase de futura geminação com Salvador da Bahia, foi aberta a bela exposição das obras de arte do Coletivo do Vale do Jequitinhonha – Minas Gerais. Com algumas tardes de visitas guiadas, sob agendamento, a mostra fica em cartaz até 9 de novembro, com curadoria e cenografia de Ricardo Fernandes.

O Instituto Ricardo Fernandes apresenta os artistas Adriana Xavier, Alice Ribeiro, Ana Ribeiro, Anisia Lima, Andréia Andrade, Augusto Ribeiro, Conceição, Durvalina Gomes, Glória Maria Andrade, Irene Gomes da Silva, Maria Pereira, Mariete Santana, Rita Ferreira, Salvina Gomes, Terezinha Barbosa, Valdete Fernandes e Vera Lopes. Uma iniciativa do SEBRAE e @valedojequitinhonharegiao.

“Jazz sur Seine” ecoa em Paris e região

Um dos eventos sonoros mais aguardados do outono da capital francesa e região parisiense, o “Jazz sur Seine” está rolando até o dia 24, próximo sábado, em vários “clubes” de jazz na sua 15a edição, com 200 shows em 32 espaços culturais, e a “Marathon Jazz” em parceria com a Associação ADAMI.

São 15 showcases de artistas revelados pelos clubes em cinco lugares míticos, templos desse gênero musical, todos no coração da Cidade Luz: Baiser Salé, Duc des Lombards, Sunset, Sunside e Temple Rock Tavern, no 1° distrito de Paris ou bairro de Châtelet.

A entrada é livre no limite das disponibilidades de espaço e na comunicação do evento está a assessora de imprensa Sylvie Durand.

40° Salão de Outono no Cas.s.ino Estoril

A Galeria de Arte do Cas.s.ino Estoril inaugura, no vindouro dia 31 de outubro, às 17h, o seu 40º Salão de Outono.

Participam desta emblemática exposição cole.c.tiva alguns dos mais conceituados artistas visuais contemporâneos. A
entrada é gratuita, e depois ele seguirá até 4 de janeiro de 2027!

Esta 40ª edição reúne obras de pintura e escultura, de autoria de 27 artistas plásticos que habitualmente expõem na Galeria de Arte do Cas.s.ino Estoril: participam 20 pintores e 7 escultores, com curadoria de Pedro Lima de Carvalho, também dire.c.tor da galeria.

Fundação e Instituto Giacometti em Paris

Ao tempo em que finaliza a atual, genial e espetacular exposição intitulada “Giacometti Surrealista”, a Fundação e Instituto Giacometti, no 14° distrito da Cidade Luz, dedicada à obra do grande artista suíço-francês Alberto Giacometti, que nos deixou em 1966, e o seu legado, anuncia a próxima exposição.

Numa retomada dos seus habituais diálogos entre Giacô e outro artista, no caso, outra artista, de 11 de novembro vindouro a 21 de fevereiro de 2027 acontece “Alberto Giacometti / Olivia Rosenthal – Sortir du bois”, com curadoria de Françoise Cohen, também diretora do Instituto Giacometti.

A Fundação tem Henri Loyrette como presidente do conselho administrativo, e Catherine Grenier na presidência do instituto e na direção da fundação. Na comunicação está a grande assessora de imprensa luso-francesa Anne-Marie Pereira, a quem agradeço o convite e as gentilezas de sempre, há mais de 30 anos.

Mais informações: www.fondation-giacometti.fr

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