Brasil
DO CAMPO GRANDE PARA O MUNDO: DOINHA PRATA TRANSFORMA O CIRCUITO OSMAR EM PALCO DE MEMÓRIA E CELEBRAÇÃO
Diretamente do Circuito Osmar, no Campo Grande, Doinha Prata segue protagonizando uma das coberturas mais dinâmicas do Carnaval de Salvador 2026. A apresentadora, jornalista, colunista e membra do Conselho Editorial da BFK Books comanda, ao lado da sua “equipe de milhões”, duas transmissões simultâneas em tempo real: pelo programa EI!!! VC TÁ AÍ? e pela Rádio Doinha Prata FM Brasil, África, Portugal e Jamaica.
Com olhar atento à história e à cultura, Doinha narra a trajetória de cada bloco que cruza a avenida, destacando ano de fundação, contexto de criação e importância cultural. A proposta vai além da folia: transforma o desfile em uma verdadeira aula aberta sobre a identidade do povo baiano, em sintonia com o tema deste ano, “O Samba Nasceu Aqui”.
Na noite de ontem (15), a comunicadora também registrou encontros marcantes com personalidades como a atriz Edvana Carvalho, Maxwell Otton e o multiartista Carlinhos Brown, ampliando ainda mais o alcance e a relevância da cobertura.
O domingo também foi marcado por um momento histórico: o retorno do bloco indígena Apaxes do Tororó, que voltou a desfilar após anos afastado da avenida, emocionando o público e reafirmando a força das raízes ancestrais no Carnaval da Bahia. Ao lado dele, a memória dos tradicionais blocos indígenas segue viva, como o Comanche do Pelô, referência de resistência cultural no Centro Histórico.
Emocionada, Doinha Prata falou sobre o significado pessoal de narrar esses desfiles:
“Narrar essas histórias para mim é voltar ao meu passado, onde cheguei a desfilar em muitos deles. É uma verdadeira memória afetiva. Naquela época eu era muito novinha… é surreal reviver tudo isso, principalmente quando vejo na avenida o Comanche do Pelô e o Apaxes do Tororó. É como reencontrar minha própria história dentro do Carnaval.”
Ao lado do locutor e radialista Tonny Jorge, Doinha Prata faz da festa um espaço de inclusão social, acolhimento e valorização cultural. Entrevistando foliões, artistas e representantes dos blocos, ela conecta Salvador ao Brasil, à África, a Portugal e à Jamaica, levando informação, emoção e pertencimento aos ouvintes e internautas.
Mais do que cobrir o Carnaval, Doinha transforma o Circuito Osmar em um território de memória viva — onde cada passo é história e cada batida de tambor reafirma que o samba nasceu aqui.