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CULTURA E SAMBA

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A Câmara Municipal do Rio aprovou em definitivo o projeto que reconhece a Imperatriz Leopoldinense como patrimônio cultural de natureza imaterial da cidade. O texto segue agora para sanção do prefeito Eduardo Cavaliere.

A proposta foi apresentada pelo vereador Vitor Hugo, que destacou a relevância histórica e cultural da agremiação para o carnaval carioca e para a identidade popular da cidade.

Fundada em 1959, a escola surgiu a partir da união de integrantes da antiga Recreio de Ramos e se consolidou como uma das principais forças da história do samba no Rio. O projeto também ressalta o simbolismo do pavilhão da verde e branca, cujas estrelas fazem referência a bairros ligados à antiga linha férrea da Leopoldina.

A agremiação já havia recebido reconhecimento semelhante em âmbito estadual pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro em 2022. Nas redes sociais, a escola comemorou a aprovação do novo título, classificando o momento como mais um marco na trajetória da “Rainha de Ramos”.

No último carnaval, a Imperatriz levou para a Marquês de Sapucaí um enredo em homenagem a Ney Matogrosso e terminou a apuração entre as principais colocadas da disputa. Por podcast edinhotaon/ Edno Mariano

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